Cotas ampliam acesso à Medicina, mas não garantem vaga na residência, diz estudo

19/02/2026

 

Pesquisa mostra que médicos formados por ação afirmativa tiveram 27% menos chance de especialização. Medicina de família e comunidade aparece com maior peso entre beneficiários de políticas de inclusão As políticas de ação afirmativa têm conseguido ampliar o acesso à graduação em medicina, mas não eliminam as desigualdades na etapa seguinte da formação. Médicos formados por cotas em universidades públicas tiveram 27% menos chance de ingressar na residência médica em relação aos demais colegas. Os dados são de um estudo nacional da USP (Universidade de São Paulo) que analisou mais de 110 mil egressos entre 2018 e 2022 e acompanhou sua entrada em programas de especialização até 2024. A análise envolveu diferentes bases administrativas e educacionais. O objetivo foi avaliar como políticas de inclusão, traduzidas por cotas raciais, sociais e de renda, nas instituições públicas, e apoio financeiro, nas privadas, influenciam o acesso à residência médica, principal via de formação de especialistas no país e um dos gargalos mais competitivos da carreira. Veja o texto na integra: Folha de S. Paulo O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.

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