11/02/2026
Receio de que criança não seja acolhida em instituições comuns, apesar da lei, está entre os fatores. Especialista destaca importância da convivência de estudantes com e sem deficiência desde o começo da educação No Brasil, há mais de 153 mil estudantes matriculados em escolas especiais, voltadas para atender alunos com deficiência, transtorno do espectro autista e superdotação, segundo o Censo Escolar 2024, levantamento mais recente feito pelo Ministério da Educação. Mais da metade deles (51%) está nos chamados anos iniciais da vida escolar, entre o 1º e o 5º ano do ensino fundamental. É um número significativo se comparado ao das matrículas em outras etapas da educação especial: creche (2,4%), pré-escola (4,1%), anos finais do fundamental (4,4%), ensino médio (0,9%) e educação de jovens e adultos (36,4%). No ensino regular, que atende estudantes com e sem deficiência juntos, nenhuma etapa de ensino responde por mais de 35% das matrículas. Os dados foram tabulados pelo IRM (Instituto Rodrigo Mendes), organização não governamental que fomenta a educação inclusiva no país. Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
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