Pará e Amazonas lideram atraso escolar em áreas rurais e ribeirinhas

08/01/2025

 

Estados concentram as maiores taxas de defasagem na rede pública fora dos centros urbanos. Dificuldades de transporte comprometem a frequência e o aprendizado nessas regiões A dificuldade de chegar à escola ajuda a explicar por que o atraso escolar é mais acentuado nas áreas rurais e ribeirinhas do Brasil, onde estudantes da rede pública acumulam índices de defasagem superiores aos das cidades, especialmente no Norte do país. No ensino fundamental, 16,5% dos alunos das escolas rurais estão fora da série adequada para a idade, contra 11,6% nas urbanas. No ensino médio, essa proporção sobe para 29,8% entre os estudantes do campo, frente a 19% nas cidades, segundo dados do Inep. O atraso educacional, tecnicamente chamado de distorção idade-série, ocorre quando o aluno está dois ou mais anos abaixo da série esperada para sua idade —um retrato de desigualdades no acesso e na permanência escolar. Leia na íntegra: Folha de S. Paulo O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.

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